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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Cursos Grátis



Finanças Pessoais e Mercado de Ações
Neste curso você aprende a organizar seu orçamento pessoal e recebe as informações necessárias para começar a investir em ações.
Link: http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/educacional/cursos/cursos.aspx?idioma=pt-br

Cursos variados 
CIEE - Centro de Integração Empresa-Escola.
Link: http://www.ciee.org.br/portal/est/ead/index.asp

Curso FinanceDesktop
No Curso FinanceDesktop você irá aprender princípios valiosos de finanças pessoais. Você verá como economizar mais dinheiro sem fazer sacrifícios, entenderá a importância do planejamento, e irá aprender a estabelecer e alcançar metas e objetivos para a sua vida financeira. Com ensinamentos muito simples - e poderosos - você verá na prática como é fácil e divertido administrar o seu dinheiro!
Link: http://www.financedesktop.com.br/acessorios#curso_financedesktop

domingo, 25 de dezembro de 2011

Como ficar rico e ser bem sucedido em 6 lições

A maneira mais eficiente de ficar rico e ter dinheiro para o futuro é guardando parte do que se ganha. Para muitos pode ser uma afirmação óbvia, mas todos sabem que poucos conseguem juntar dinheiro a ponto de no futuro ter uma boa base financeira.

Trago então seis passos que vão te legar a riquesa, é só segui-los:

- Não importa quanto você ganhe, guarde pelo menos 10% todo mês: Economize 10% do que você ganha, e deixe num investimento para sempre. Isso mesmo. Nunca o use, com exceção em uma necessidade extrema. O dinheiro vai aumentando durante vários anos e quando você menos esperar o dinheiro vai estar rendendo muito, pois cada real economizado trabalhará para você gerando mais e mais reais.

- Pague primeiro a você, depois seus credores: Seja o seu maior credor. Cobre de você mesmo uma quantia todo mês, e se pague (tópico anterior). Invista em você mesmo. Depois disso, pague suas contas, seus credores. Sempre é possível negociar dívidas com as outras pessoas. Mas não negocie com você mesmo, porque o único a perder será você.

- Diminua suas despesas: Anote tudo o que você ganha e tudo o que você gasta. Veja onde você pode economizar. Vá num supermercado mais barato, vá menos vezes a restaurantes, divirta-se aprendendo a cozinhar, compre livros em sebos, ande de ônibus e metrô nos fins de semana. Enfim, economize para poder guardar mais para os seus investimentos.

- Use sua criatividade para arranjar formas novas de ganhar dinheiro: Invente algo novo para ganhar dinheiro. No início da Internet, muitas pessoas enriqueceram com idéias simples, sites simples, mas que eles sabiam fazer. Todos sabemos fazer algo.

- Na área em que você atua, inove: Veja o que alguém ainda não fez e faça. E se alguém já ganha dinheiro em alguma atividade, veja se você consegue fazer melhor.

- Não tenha medo de perder dinheiro: Invista em você, no seu empreendimento, em idéias novas. Seja corajoso e arrisque-se. Só temos uma vida para nos arriscar. Se você perder dinheiro, levante-se e comece de novo. Uma hora dá certo. Os maiores empresários do mundo já tiveram momentos em que algo não deu certo, e mesmo assim, eles continuaram, porque são pessoas insistentes.

- Converse com pessoas bem sucedidas/ricas: Converse com pessoas que já se arriscaram, que sabem guardar dinheiro. Certamente elas têm boas dicas de como ser bem sucedido, de como ser rico.

Esses são alguns dos ensinamentos que consegui adquirir durante essas leituras. Obviamente existem muitos outros pontos que não mencionei, mas esses são alguns que tento seguir com muita rigidez. Servem para mim e espero que sirvam também para você.

Lógico que isso é só o começo, mas você tem que começar por algum lugar. Comece agora!

25 coisas que você deve ensinar ao seu filho sobre finanças

Quando pensei em ficar rico, a primeira coisa que passou pela minha cabeça foi a ideia de ter mais dinheiro, mas como aumentar a sua renda? Procurar outro emprego? Participar de programas de filiações pela Internet? Na dúvida fiz de tudo um pouco. Procurei até por oportunidades empreendedoras.
Via de regra, existe uma solução, muito mais fácil e que sempre funcionará: gaste menos e poupe mais, como vimos já vimos em Como ficar rico e ser bem sucedido em 6 lições. Um salário maior, pode inconscientemente levá-lo a ter um padrão de vida maior também, ou seja, quanto maior o salário maiores são seus gastos, porém isso não quer dizer que você deva desistir de ganhar mais, apenas mostra que não se deve começar por cima, tudo na vida deve se começar pelo alicerce. Para dar início às dicas, começaremos pela lista das 25 coisas que queríamos que nossos pais nos ensinassem sobre o dinheiro, e já que não nos ensinaram antes, vamos por em prética a partir de agora e claro vamos ensinar nossos filhos para que sejam bem sucedidos:

1. Gaste menos do que ganha!
Muitas simplesmente não conseguem se controlar. Se atolam no cartão de crédito só porque possuem um limite considerável, e esquecem das contas fixas do mês. E, quando se dão conta, já estão na porta das Financiadoras "comprando" dinheiro para pagar as outras dívidas. Na dúvida não use Cartões de Crédito, ou use apenas em momentos de urgência e desespero, casos de saúde, por exemplo.

2. Pague-se primeiro!
Antes de pagar seus credores, pague-se primeiro. Nunca empreste dinheiro a você mesmo, afinal as chances de tomar um calote de si mesmo é maior. Crie um compromisso de guardar parte do que ganha e pague primeiro a você. Muitas dívidas podem ser negociadas, atrasadas e reparceladas. Mas nunca negocie com você mesmo, porque o único a perder será você. Quanto mais poupar hoje, mais terá amanhã.

3. Sempre tente pagar mais pelos empréstimos
Se você caiu na necessidade de fazer um empréstimo, mas surgiu uma oportunidade e faturou um dinheiro extra, não pense em guardar o dinheiro para investi-lo enquanto existem juros altíssimos para pagar. Quite, ou adiante parcelas dos empréstimos, eles sempre terão juros mais elevados que qualquer fundo de renda fixa. Às vezes pagar uma dívida é um investimento de altos lucros.

4. Não tente acompanhar o vizinho
Ok, seu vizinho está feliz da vida com 2 BMWs na garagem, uma casa de 3 andares, o filho chato acabou de trocar o computador por um ultra-hiper-novo-modelo Dual Core, e a esposa dele acabou de voltar da Espanha cheia de presentes. Você pode enxergar isso, mas esquece de enxergar o extrato do cartão de crédito deles nem o saldo na conta bancária. Eles podem estar devendo 10x mais do que gastaram para possuir tais itens. Contenha-se e se atenha ao seu padrão de vida e ao quanto você pode gastar.

5. Caso você precise usar o cartão de crédito, primeiro contrate um cartão sem anuidade, desligado da conta corrente. E quando receber seu salário pague cartões de crédito antes de qualquer outra conta, e nunca atrase, NUNCA, ouviu bem: NUNCA!
Os juros dos cartões sempre foram e serão os mais elevados do mercado. Eles adoram quando você atrasa o pagamento, ou decide pagar o mínimo. NUNCA pague o mínimo. Por experiência própria, sempre pague mais de 60%. Prefira cancelar a Internet ou a TV a Cabo por alguns meses, do que ter que ficar 3 meses pagando juros no Cartão de Crédito.

6. Mantenha-se longe dos limites de cartão de crédito e de conta corrente.
Atingir o limite do cartão com itens de pequeno valor é um crime. Use o limite apenas para compras de grande valor, e desde que seja a sua única alternativa. Manter um gasto equilibrado e abaixo dos 50% do limite, é bem visto pela operadora e é muito melhor do que sempre estar atingindo o limites que você terá dificuldades em pagar. Os limites de Cheque Especial em Contas Correntes, que são gastos até por quem não usa cheque, devem ser pagos em até 9 dias, caso você não consiga cobrir sua conta em 9 dias não utilize o limite de cheque especial.

7. Evite carros 0km
Seus amigos, seu irmão ou seus pais lhe dizem: não compre carro usado, sempre dá problema. Pense nisso: qualquer carro novo tem seu valor reduzido de 10% a 20% assim que você o dirige para fora da loja. Um carro de R$20.000,00 terá seu valor reduzido para R$17.000,00. Um carro semi-novo, de 1 a 2 anos de uso, terá esse valor e ainda pode estar na garantia. O gasto com manutenção preventiva, revisão, troca de óleo, pneus, não ultrapassará R$3.000,00 em dois anos. Lembre-se de que você também precisa trocar óleo e pneus de um carro 0km.

8. Compre itens usados
Existem itens que, usados, não diferem em absolutamente NADA de itens novos. CDs, DVDs, livros e revistas são comumente encontrados em lojas SEBO ou em Mercados Públicos e Camelôs. Se não achou, procure na Internet (Mercado Livre e afins). O custo desses produtos usados chegam a ser inferiores a 50% dos novos. Também existe a possíbilidade de baixar grátis da Internet, e vai da conciência de cada um se isso é certo ou errado.

9. Se você PRECISA de roupas de marca, compre usadas
A calça Fiorucci que você comprou mês passado, pode já estar batida, rasgada na bainha e desfiada no bolso de trás. Por que não comprou no Brechó? A diferença é que você talvez nao precise esperar 1 mês para ficar na moda das roupas batidas, e ainda economizaria 70% do valor da nova. Roupas de marca só servem para enriquecer os designers. Enriqueça o seu bolso, não o deles!

10. Compre sempre fora da estação
Dia 20 de Dezembro e você ainda não comprou o presente de Natal da sua filha? Que pecado... Seu BOLSO não vai gostar nada disso! Estima-se que perto dos dias comemorativos, os preços aumentam em pelo menos 60%. Compre os presentes de Natal em Outubro! Se sua filha faz aniversário em Março, aproveite a liquidação pós-Natal para conseguir bons descontos. Compre chocolates longe da Páscoa e assim por diante.

11. Segure-se ou prepare-se: Saúde é importante e custa caro
Se você se sente saudável e não trabalha diariamente com tubarões, talvez não haja a necessidade de um plano de saúde completo. Contrate o necessário e poupe mais. Acidentes acontecem e você deve estar preparado. Faça reservas e tenha um cartão de crédito para serem usados nestes momentos. Com saúde não se brinca!

12. Peça descontos!
Ok, regra geral para enriquecer vendendo produtos aos outros: diga que é em X vezes sem juros, e as pessoas vão acreditar. Pensa que é mentira? Acesse AGORA qualquer site de vendas e veja que praticamente todos os produtos são ofertados em "12x sem juros!" ou... olha só: 10% de desconto se pago à vista. Estranho? Não... Os juros já estão embutidos no preço estipulado para pagamento parcelado. A diferença é que você não vê. Dica para quando alguém aceita cartão de crédito ou débito: as operadoras de cartão cobram do estabelecimento, de 4% a 6% do valor da transação, e de 1% a 3% no valor de compras com cartão de débito. Se você tem dinheiro, leve num envelope ou cheque e ofereça ao vendedor, exigindo mais desconto, além de outros descontos que ele te daria, mesmo se pagasse no cartão. Por exemplo, 10% de desconto a vista no cartão de débito, se você vai pagar em dinheiro vivo, peça 13% de desconto.

13. Pesquise por novos planos e produtos a cada 3 anos
Não se acomode com o plano de saúde ou de vida que possui. Procure sempre por algum mais barato. Seu carro também está envelhecendo, então vá atrás de outro, para não deixar desvalorizar tanto, e ainda gastar com manutenção.

14. Nunca saque dinheiro pelo cartão de crédito
Preciso dizer alguma coisa? Pense por sí só! Além de geralmente cobrarem uma taxa única (saque de 10,00, taxa de 5,00... saque de 5.000,00, taxa de 5,00!), os juros sobre o valor sacado são absurdos.

15. Seu banco pode ser o mais caro do mercado
Se você abriu conta em banco porque a empresa exigiu, para receber salário, não quer dizer que você precisa estabelecer uma relação oficial com esse banco. Conta-salário não pode cobrar nada de você, exceto CSS (a CPMF de 2009, caso seja aprovada) para sacar o dinheiro ou transferir para a sua conta oficial. Pesquise bancos da mesma forma que sua mãe pesquisou as suas fraldas. Sempre haverá algum mais barato. Hoje existe uma lei que permite que você abra a sua conta salário no banco que quiser.

16. Guardar dinheiro é um hábito positivo, não uma chatise negativa
Se você guarda dinheiro, e evita de ir no cinema toda semana com seus amigos, não se preocupe, você não é pão duro, apenas é mais inteligente que eles. Eles é que possuem um hábito ruim. Ficar rico é questão de escolha e sacrifícios. Daqui a 20 anos, seus amigos estarão dependendo do salário dos filhos, enquanto você dependerá dos rendimentos da sua poupança. Além é claro de poder continuar indo aos cinemas uma vez por mês.

17. A regra dos 10%!
Sempre que você ganhar dinheiro, guarde 10% do valor. É o mínimo! E é pouco! Você não vai passar fome... Seja do salário ou da mesada dos seus pais. Seja da venda de algum item usado ou do bônus que a empresa deu no final do ano (ou o 13 salário). Poupe 10% em todo dinheiro que entra. Essa regra é útil para quem ainda não se interessou em fazer um planejamento financeiro.

18. Tenha sempre fundos para 3 meses sem salário
Não é porque você é CLT que possui um emprego garantido. Pior ainda para quem é autônomo! Guardar dinheiro é uma atividade obrigatória para se manter seguro. Se seu salário zera no final do mês, tem algo de errado. E se perder o emprego? Tenha dinheiro guardado para pagar pelo menos 3 meses de contas fixas. Lazer já era! Você tem é que procurar um novo emprego.

19. Guarde recibos de doações
Decidiu doar para alguma instituição? Aproveite os recibos para deduzir do Imposto de Renda, caso seja declarante.

20. Registre o consumo mensal de combustível e quilometragem
Experimente manter um histórico por pelo menos 3 meses do seu consumo de combustível, e quanto roda por mês. Não se esqueça do gasto com estacionamentos e pedágios. Talvez seja a hora de começar a andar de ônibus! Para quem precisa rodar 10mil quilômetros por ano, é mais barato ir de táxi! O custo do seguro, do IPVA, do estacionamento e alguns outros, não são proporcionais ao quanto você roda. Faça as contas.

21. Não invista em ações, se não possui tempo e interesse para acompanhar.
O mercado de ações é instável demais para a sua rotina. Enquanto você almoça com seus filhos em casa, em plena quarta-feira, as ações estão caindo a 20% lá na Bovespa. Quando você chegar no trabalho e olhar o sistema pela Internet, já será tarde demais. Este mercado também pode ser muito rentável a longo prazo. Escolha bem, procure especialistas, pague por cursos para aprender como funciona o mercado, contrate corretores de ações. Eles são pagos para fazer seu dinheiro render. Mas pague bem. Corretor insatisfeito = sugestões infelizes. Na dúvida invista em estatais como Banco do Brasil e Petrobrás.

22. Diversifique seus investimentos
Jamais invista todo seu dinheiro em apenas um fundo ou uma empresa (ações). Diversificar diminuirá o risco de perda. Se tem alguém perdendo dinheiro, é porque tem alguém ganhando muito! Ainda acho a poupança o melhor investimento, se você tiver uns R$20.000,00 o CDB também é uma boa opção.

23. Pesquise preços de administradoras de investimentos
Todo fundo possui uma taxa de administração. Pesquise a menor taxa.

24. Se você não entende como funciona, não invista
Aplicar na Poupança ainda é melhor do que deixar seu dinheiro embaixo do colchão ou na conta-corrente. Apesar de possuir os menores juros, ainda fazem seu dinheiro render. É importante entender como que um Fundo funciona, quais os índices aplicados e de onde vem a variação.

25. Leia, estude, aprenda e eduque
Não existe aula de finanças no ensino médio, muito menos faculdade de enriquecimento. Compre livros que ensinam sobre o assunto, mas não compre sem conhecer, procure folhear o livro primeiro para ter certeza que é o que você precisa, Vá a uma biblioteca se puder ler e anotar as partes principais, talvez você nem precise comprar. Revistas e palestras podem ajudar muito também. Cursos de finanças familiares são úteis e existem vários gratuitos na internet, inclusive no site do SEBRAE. Sua casa é seu escritório e sua família seus sócios. O problema é que geralmente a renda dessa empresa vem só de você (e/ou da sua esposa), mas todos gastam. A educação financeira é importante e poucos ficam ricos porque poucos estudam o dinheiro. A maioria apenas o gasta. A maior riqueza que o homem pode adquirir é o conhecimento.

"Conhecimento não ocupa espaço!"

Você se endivida como rico ou como pobre?

Quando o assunto é dívida, você pensa como rico ou como pobre?
Porque o brasileiro gosta tanto de ter um carnês com prestações a perder de vistas para pagar?

Eu perdi a conta de quantas vezes vi colegas e amigos falando, em tom de orgulho, enquanto erguiam aquele bloco grosso de boletos de financiamento: "Está achando ruim pagar suas contas? Isso não é nada!!! Olha só o que me espera para os próximos 60 meses.".

Você leitor, se não tiver pelo menos um carnezinho pra pagar, que atire a primeira pedra. Cheque especial, financiamento de dívidas e cartão de crédito também vale.

São poucos, mas pouquíssimos que escapam dessa estatística brasileira.

Porque o endividamento não é saudável?

Apenas endividamentos com intenção de alavancagem é que poderiam colocar esta idéia de que as dívidas devem ser evitadas em cheque.

Alavancagem consiste em adquirir algo por intermédio de uma dívida no intuito de que isso possa lhe trazer retorno financeiro. Mas é importante salientar que este tipo de dívida prevê que os juros e taxas pagos são inferiores ao retorno esperado. Se sua dívida estiver considerando isto, somado a um controle de custos e riscos, podemos dizer que ela é saudável.

Veja bem, não confunda uma compra, feita por impulso consumista, com uma aquisição empreendedora!

O que se percebe é que a grande maioria dos brasileiros não se endivida pensando em alavancar um negócio ou uma fonte de renda, mas sim, para satisfazer suas necessidades consumistas. Desejamos ter tudo o que os ricos têm e, se temos crédito, é isso que fazemos.

A classe média brasileira é castigada porque deseja ser o que não é. Na verdade é ela mesmo que se castiga.

A maioria das pessoas de classe média quer ser como os ricos, mas não se comporta financeiramente como eles. Os ricos são ricos porque PENSAM como ricos e não porque CONSOMEM como ricos (e existe uma diferença grotesca aí). O grande consumo dos ricos é o efeito e não a causa da riqueza. E o que a classe média faz quando começa a receber um melhor salário? Compra uma casa com piscina, um carro do ano, casa de praia, etc., então, compromete seu novo salário até onde for possível com aqueles blocos de prestação de 10 cm de espessura.

Porque agimos assim? Acho que Freud, ou alguém desse meio, deve explicar.

É uma necessidade que temos de estar sempre por cima, ou no mínimo no mesmo nível das classes mais favorecidas. Sentimos necessidade de TER porque isso nos dá uma sensação de que SOMOS melhores.

O que eu acho mais engraçado é o seguinte, ficamos apontando para aquele vizinho que se endividou para comprar o carro e agora não tem dinheiro para encher o tanque, ou pagar o imposto, mas, quando nós temos a oportunidade, fazemos exatamente a mesma coisa.

Os ricos não fazem dívidas sem medir os riscos e sem considerar os lucros com o que está sendo adquirido em função da dívida. Os ricos não compram simplesmente pensando em ter, compram pensando em ganhar. Os ricos fazem o dinheiro trabalhar para eles, ao invés de eles trabalharem para o dinheiro.

Mas vejam, não estou dizendo que os ricos não consomem futilidades e que tudo o que gastam é pensando em lucro. Eles podem consumir, porque as futilidades são CONQUISTADAS pelo LUCRO que obtiveram, e não o contrário.

Para os casais

A história mostra que na grande maioria das vezes em que as dívidas indesejáveis são contraídas, a decisão não é tomada em conjunto pela família. Isso porque quando estamos sozinhos somos tendenciosos e procuramos satisfazer nossos desejos individuais.

Casais que decidem os objetivos e o orçamento da família em conjunto estão menos suscetíveis a endividar-se, desde que ambos estejam engajados em construir um futuro juntos.

Pense nisso. Ter uma boa condição financeira é muito mais uma questão de atitude do que sorte ou berço. Se você tem condições de pagar uma parcela, reverta isso em algum tipo de investimento que lhe dê retorno. Temos que fazer o melhor possível com o que temos, sempre procurando maximizar os recursos e não reduzí-los.

Seu Dinheiro no Excel - Janeiro de 2009 - Revista Dicas INFO

Dados do Ebook

Nome do livro: Seu Dinheiro no Excel
Nome do Autor: Revista Dicas INFO
Gênero: Informática
Ano de Lançamento: 2009

Sinopse:

Se fosse criada uma lista dos programas mais relevantes de todos os tempos, o Excel figuraria nas primeiras posições com toda certeza. Quando o assunto é números, não tem para nenhum outro aplicativo. Mas não precisa ser uma empresa nem fera em Excel para tirar proveito de seus recursos. A planilha pode fazer parte da rotina de qualquer pessoa. É o que propomos com essa edição de DICAS INFO. Nas páginas seguintes, mostramos como ir um pouco além das simples tabelas e apresentamos instruções detalhadas para a realização de uma série de tarefas, como controle de despesas e gerenciamento financeiro.

Personalização
Comandos a um clique
Clie sua própria faixa de opções
Dicas
A regra dita
O formato
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Gráficos
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Dois gráficos em um só
Projetos
Fique atento às despesas
Controle gastos diariamente
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Dublê de planilhas e BD
Com a faculdade garantida
Um mestre no cálculo de juros sem esquecer nenhum item
Modelos
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Planilhas bem protegidas
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Sem baixar a planilha
Aulas de Finanças
Onde encontrar ajuda
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Sou a favor que, se você achar útil as informações existentes no e-book, por favor, compre a revista física, isto fará com que a revista mantenha sua qualidade e permaneça no mercado.
Eu sempre digo que "Comprar é dar a justa remuneração pelo trabalho executado."

Como criar filhos financeiramente responsáveis?

Faz tempo que tenho esta página salva nos meus "Favoritos", pensei em editá-la e colocar alguns adendos, no fim achei melhor postar na íntegra e deixar minhas opiniões para outra oportunidade.
A matéria é 10! Leia:

Por: Equipe InfoMoney
03/07/07 - 18h00
InfoMoney


SÃO PAULO - Vários fatores influenciam a forma como lidamos com dinheiro, dentre eles aquilo que aprendemos com nossos pais. Para os psicólogos especializados em finanças comportamentais, a maior parte dos nossos valores financeiros é formada até os 12 anos.

Como mãe (ou pai), você se pergunta: o que fazer para que meu filho seja financeiramente responsável?

Fale abertamente sobre o assunto
Uma coisa é fundamental: não trate dinheiro como tabu. Os pais devem estar preparados para falar sobre tudo com os filhos, inclusive dinheiro. Adote um tom positivo e construtivo, de forma que a criança não desenvolva uma relação negativa com o assunto.

Evite discutir valores: ao invés disso, concentre-se nos conceitos. Seu filho deve entender, logo cedo, que é preciso fazer escolhas inteligentes para o uso do dinheiro e que se trata de um recurso limitado. Nunca fale que não vai comprar alguma coisa por não ter dinheiro.

Ao invés disso, apresente suas razões: "Não vou comprar porque você já tem um brinquedo semelhante." Desta forma, ao invés de uma preocupação (seu filho pode acreditar e ficar inseguro quanto à situação financeira da família), você aborda a questão do ponto de vista de princípios: no caso, o consumo por impulso.

Juros: o custo do dinheiro
Além de ensiná-lo a lidar no dia-a-dia com dinheiro, seja enfatizando a importância de pesquisar preços, de não comprar por impulso, você deve ensinar a criança sobre dois conceitos importantes: crédito e investimentos.

Em um mundo no qual o dinheiro toma várias formas, e pode ser obtido através de uma máquina, ou com um cartão de plástico, é difícil para uma criança entender como tudo isso funciona. Aproveite para ensinar ao seu filho o custo do dinheiro, ou seja, sobre os juros, com a própria mesada.

Investir ou emprestar?
Imagine uma situação em que seu filho quer muito um brinquedo para o qual ainda não juntou o suficiente.

Apresente ao seu filho duas opções para realizar esse objetivo: investir parte da mesada todos os meses, ou tomar dinheiro emprestado.

Deixe-o decidir se quer continuar poupando parte da mesada, ou se quer antecipar o seu sonho emprestando dinheiro de você. Caso opte pelo financiamento, desconte o valor dos juros na próxima mesada. Desta forma, ele aprende, sentindo no bolso, o custo do dinheiro e as vantagens de se planejar uma compra. Ilustre com exemplos o que poderia ter feito com o dinheiro que gastou nos juros.

Estimule, mas deixe-o errar
Todos nós cometemos erros, não podia ser diferente com as crianças. Você pode até estimular o seu filho a optar pela poupança, mas não pode, em absoluto, tomar decisões por ele. Seu papel deve ser orientar. No início, quando ainda estão se acostumando com o conceito de mesada, procure discutir com a criança diferentes formas de uso do dinheiro. É de se esperar que, em algum momento, se deixem tomar pelo consumo por impulso. Mas, você também não é vitima dele de vez em quando?

Por último não se esqueça: até os cinco anos, as crianças aprendem mais através da observação, de forma que você precisa agir de acordo com as mensagens que quer passar ao seu filho: você é o maior exemplo que ele pode ter. Ser um pai financeiramente responsável é a melhor forma de ter um filho assim.

Fonte: http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=520231&path=/suasfinancas/investimentos/planejamento/

Até a próxima!

Como Ficar Rico aos 30 Anos

Você pode estar pensando, se fosse fácil enriquecer, todo mundo estaria milionário. Isso é verdade! Ganhar dinheiro, economizar e fazê-lo render não são tarefas realizadas com o pé nas costas. Mas com disciplina tudo é possível. Dê uma olhada nas dicas a seguir e veja por onde começar

Um dinheirinho a mais na nossa conta nunca é demais. Se você faz estágio, tem um emprego fixo ou ainda não tem um salário mensal, pode aumentar a sua renda com trabalhos alternativos. Que tal se inspirar nestas idéias?

- Venda de produtos de beleza. Se tem interesse, procure empresas que trabalham com consultores como Avon, Natura, Racco, Jequiti. Você compra os produtos a preços mais baratos e revende para seus amigos, vizinhos, colegas de trabalho.

- Produção de artesanato, bijuterias, trabalhos em madeira. Para vendê-los em feiras de artesanato e para amigos e quem sabe depois você não abre o seu próprio negócio?

- Venda de comidinhas para os colegas de escola ou de faculdade. Se curte cozinhar, aproveite para ganhar um dinheiro com isso. Que tal preparar um delicioso bolo de chocolate e oferecer às pessoas próximas? Com o tempo e o boca a boca, você poderá formar uma lista de clientes preferenciais.

Organize-se!
Monte uma planilha de controle com todas as suas receitas e despesas. Em receitas, você coloca seu salário fixo mais a renda extra adquirida com a venda dos produtos de beleza, comidinhas, artesanatos... No site da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) você encontra uma planilha prontinha. É só colocar os valores e adaptá-la à sua realidade.

Economize!
Se você está a fim de juntar uma boa grana, é preciso economizar. Por isso, antes de comprar roupas e ir a lanchonetes ou restaurantes caros é bom pensar se realmente precisa gastar com isso. Vamos começar aos poucos. Se você costuma pagar R$ 10 no almoço, mas consegue reduzir em R$ 3 a sua conta, passando a gastar R$ 7, por dia, ao final do mês terá economizado R$ 90. E ao final de um ano terá R$ 1080 a mais em sua conta.

Vamos investir?
Parabéns! Você conseguiu economizar R$3 diários só com o almoço. Agora o desafio é maior, que tal guardar R$ 300 por mês? Ou melhor, colocar este dinheiro em uma aplicação para que ele aumente? Antes de explicarmos quais os tipos de aplicação ou investimentos existentes, vamos a um exemplo. Se aplicar R$ 300, em um Fundo de Renda Fixa, com rendimento de 1% mensal, após cinco anos, você terá em média R$ 30 mil. Gostou? E quando tiver R$ 30 mil e a sua grana render 1%, o banco colocará mais R$ 300 e, assim, cada vez mais sua conta vai engordando.

Onde aplicar a grana
Existem algumas opções de aplicações e investimentos como cadernetas de poupança, títulos de renda fixa, ações, clube de investimentos e fundos de investimentos. Antes de começar, precisa colocar na cabeça quais são os objetivos. Para aplicar em ações é importante que você não dependa deste dinheiro para gastos imediatos como pagamento da mensalidade da escola ou da faculdade, compra de presentes para o seu namorado ou sua namorada, entre outras coisas. Este tipo de investimento funciona a médio e longo prazos. Quanto mais você deixar a grana aplicada, mais ela renderá. É claro que vai precisar acompanhar o mercado financeiro para saber como estão as suas ações. Como escolher? Você precisa levar em consideração três critérios: liquidez (facilidade de vender a ação quando quiser resgatar o dinheiro), retorno (possibilidade de ganhos) e risco (possíveis perdas).

Se pretende investir em ações, saiba que não existe um valor mínimo exigido para aplicar na Bolsa de Valores. Depende do preço das ações que deseja comprar. Para investir individualmente, precisa procurar uma Corretora de Valores e contratar seus serviços. Com a ajuda destes profissionais, você escolhe as ações e a corretora efetua a compra. No site da Bovespa, é possível encontrar uma lista de Corretoras.

Outra opção são os Clubes de Investimento, no qual um grupo de pessoas, que podem ser seus amigos, parentes, vizinhos, (mínimo de três e máximo de 150 integrantes) se reúne e também procura uma Corretora de Valores. Neste caso, o clube tem de escolher um integrante para ser o seu representante. Ele será o responsável por passar para a corretora as decisões de compra e venda de ações do grupo. Já para investir em Fundos de Investimento, você precisa comprar cotas de um fundo de ações. Se esta for a sua opção, procure uma agência bancária ou uma Corretora de Valores.

Os títulos de renda fixa como o CDB (Certificado de Depósito Bancário), por exemplo, são emitidos pelos bancos e pagam juros sobre o seu dinheiro investido. Eles costumam render mais do que a aplicação em poupança e, dependendo do título, os prazos para você resgatar o seu dinheiro e poder usá-lo variam de 30 dias a dois anos. No caso da caderneta de poupança, não há prazos, pode tirar o dinheiro a qualquer momento. É a aplicação mais simples e tradicional, na qual você pode começar com R$ 1, mas que também não tem altos rendimentos. Se optar pela renda fixa ou pela poupança, precisa ir a uma agência bancária e procurar o gerente, que esclarecerá as suas dúvidas.

Meu primeiro milhão
Se você tem hoje, por exemplo, 18 anos de idade, e começa a economizar R$ 1800 ao mês, deixando o seu dinheiro em uma aplicação que renda 1% ao mês, próximo ao rendimento dos Fundos de Renda Fixa, em 15 anos, quando você tiver com 33 anos de idade, terá seu primeiro R$ 1 milhão.

Você deve estar pensando, ‘é difícil economizar R$ 1800 por mês’. Mas quem disse que ser milionário era fácil? Dê uma olhada na tabela e veja quanto você precisará economizar por mês, durante quanto tempo para ter R$ 1 milhão em sua conta. Se conseguir chegar aos 30 anos de idade com a metade deste valor já será uma pessoa rica.

Economia mensal
Tempo para chegar a R$ 1 milhão
Quanto terá vindo dos juros

R$ 300
30 anos
R$ 893.800

R$ 500
25 anos
R$ 847.480

R$ 1.000
20 anos
R$ 760.000

R$ 1.500
17 anos
R$ 694.000

R$ 1.800
15 anos
R$ 665.200

Fonte: IGF Intelect – Gerenciamento Financeiro
Referência: julho/ 2007

4 Dicas para ficar rico aos 30 anos
1. Poupe um pouco por mês e aplique nos lugares certos;
2. Faça planos para o dinheiro investido e resista à tentação de resgatá-lo antes da hora;
3. Fique ligado no mercado financeiro e na inflação para não perder dinheiro;
4. Em vez de poupar um valor fixo por mês, você pode guardar, por exemplo, 5% do seu salário ou da sua receita. Assim, consegue compensar a alta dos preços, se houver a alta da inflação.

E você, o que faz para economizar uma grana? Comente aqui embaixo!

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FONTES:

BLANCO, Sandra. Mulher Inteligente, Qualitymark Editora, 2003 BOVESPA – Projeto Educar
GODOY, José; MEDINA, Luiz Gustavo; JUNIOR, Marco A. Gazel. Investindo em ações – Os primeiros passos
IGF Intelect – Gerenciamento Financeiro

Texto Original de: http://jovem.ig.com.br/oscuecas/o_que_rola/2008/07/28/como_ficar_rico_aos_30_anos_1476081.html